A 'luz engarrafada" surgiu a partir da série de apagões de 2002, Alfredo discutia sobre a falta de energia com seus amigos. Foi aí que ele teve a ideia de concentrar os raios solares em uma garrafa d'água, apontá-los para um monte de feno e fazê-los, assim, acender.
Foi então que surgiu a "lâmpada de Moser": "adicione duas tampas de cloro á água da garrafa para impedir que ela se torne verde (por causa da proliferação de algas). Quanto mais limpa for a garrafa, melhor." explicou o mecânico. "Você deve prenderas garrafas com cola de resina", disse Moser.
Alfredo resolveu, num ato de grande altruísmo, não patentear sua invenção. O brasileiro fez instalações nas casas dos vizinhos e está interessado em ajudar quem mais precisa. "Uma pessoa que conheço instalou as lâmpadas em sua casa e, em um mês, economizou dinheiro suficiente para comprar itens essenciais para o filho que tinha acabado de nascer. Dá pra imaginar?" disse Alfredo.
As garrafas criadas pelo mecânico já foram instaladas em 140 mil residências nas Filipinas, onde 25% da população vive com menos de R$3,00 por dia. Além disso, em junho de 2011, as lâmpadas de Moser começaram a ser instaladas em 15 países, tais como: Fiji, Índia e Argentina.
"Ganhando ou não o prêmio Nobel, nós queremos que ele saiba que um grande número de pessoas admira o que ele está fazendo", comenta Angelo Diaz, disse o diretor da MyShelter.
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